quarta-feira, 26 de outubro de 2016

EM QUAL BÍBLIA PODEMOS CONFIAR ?

Apostasia da Igreja Cristã Primitiva Prepara o Caminho para a

Corrupção dos Manuscritos


           O Espírito Santo de Deus escolheu homens para produzirem diversos livros do Novo testamento, sendo estes originalmente escritos em grego. Por poucos anos, sob a direção dos nobres apóstolos, os recentes em Cristo eram privilegiados por terem a Palavra de Deus sem adulteração. Mas em breve a cena mudou; a fúria de Satnás, impedido de mais oportunidade para perseguir o Filho de Deus, volitou-se contra a Palavra escrita. Seitas heréticas, lutando pela supremacia, corrompiam os manuscritos para promover os seus propósitos. Um escritor daquele tempo chamado Epifanias menciona a existência de pelo menos oitenta partidos heréticos que satanás usava para esse nefando propósito.
O apóstolo Paulo no seu sermão sobre a vinda da grande apostasia declara aos Tessalonicenses: Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a APOSTASIA, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição... Porque já O MISTÉRIO DA INJUSTIÇA OPERA; somente há um que agora resiste até que do meio seja tirado...  (II Tes. 2: 3 e 7).
Mais adiante na sua viagem para Jerusalém quando Paulo havia reunido os bispos que presidiam a Igreja de Éfeso, falou: “E que dentre vós mesmas se levantarão homens que falarão COISAS PERVERSAS, para atraírem os discípulos após si. Portanto, vigiai, lembrando-vos de que durante três anos não cessei, noite e dia, de admoestar com lágrimas a cada um de vós. (Atos 20 30-31)”.
Quando Paulo foi advertido sobre a apostasia vindoura, ele despertou os Tessalonicenses para não serem facilmente movidos nem perturbados em espírito: (II Tes. 2:2). Mais tarde O apóstolo Paulo especificou três maneiras pelas quais a apostasia estava operando.
O conhecimento falso exaltado acima das Escrituras.
A cerca do primeiro desses perigos lemos o seguinte em I Timóteo 6:20: “Ó Timóteo, guarda o depósito que te foi confiado, tendo horror aos clamores vãos e profanos e às oposições da falsamente chamada ciência”. A palavra grega neste versículo traduzida “ciência” é “gnosis” significa conhecimento. É claro que Paulo não está condenando aqui o conhecimento geral, mas o conhecimento falso.  Falsos mestres estavam colocando suas próprias interpretações sobre a verdade cristã, impondo-lhe idéias humanas.
Esses falsos mestres se organizaram e aí nasceu aberração que conduzia o nome do cristianismo conhecido como GNOSTICISMO.  E ao contrário do que muita gente pensa, não era uma simples teoria, mas uma religião organizada e que possuía diversas comunidades espalhadas em todos os lugares onde o cristianismo estava estabelecido, eles eram ousados e inovadores. Basicamente buscavam um grau mais elevado de conhecimento do que aquele revelado no Evangelho.
      Os gnósticos salientavam exageradamente, o seu próprio conhecimento, no qual somente alguns poucos podiam ser iniciados. Classificavam os homens da seguinte maneira HÍLICOS ou TERRENO - jamais poderiam alcançar a redenção. OS PSÍQUICOS - capazes de obter uma pequena glória, como por exemplo, os profetas do Antigo Testamento.  OS PNEUMÁTICOS ou ESPIRITUAIS – a redenção consistiria na reabsorção no ser divino.
Alguns mestres do gnosticismo foram: Satornilo de Antioquia, que viveu antes de 150, Basílides, que ensinou em Alexandria por volta de 130, e, com destaque maior, Valentino, que trabalhou em Roma entre 135 e 165, e foi considerado um dos pensadores mais brilhantes da época. O gnosticismo representava um enorme perigo para a Igreja. Solapava os fundamentos históricos do cristianismo. O seu deus não é o Deus do Antigo Testamento, o qual era por eles considerada obra de um ser inferior e até mesmo perverso. O seu Cristo não tivera encarnação, morte ou ressurreição reais. Sua salvação como vivos acima se restringia aos poucos capazes de iluminação espiritual.  Agora o perigo maior consistia em que alguns dos cérebros mais brilhantes da Igreja do século II eram gnósticos.  
      As teorias misteriosas destes Gnósticos têm aparecido novamente nas obras dos teólogos dos nossos dias.
Espiritualizar as Escrituras, destruindo o Seu Sentido.
A espiritualização das escrituras para destruir o seu significado, foi predito pelo Apóstolo Paulo em II Timóteo 2:16-18 “Mas evita os falatórios profanos, porque produzirão maior impiedade. E a palavra desses roerá como gangrena; entre os quais são Himeneu e Fileto; os quais se desviaram da verdade, dizendo que a ressurreição era já feita, e perverteram a fé de alguns”.  A bíblia ensina a ressurreição como um evento futuro. Os mestres heréticos ensinavam, como alguns ainda ensinam hoje que a ressurreição é um processo espiritual que acontece, digamos, na conversão.
      Transformar a bíblia em alegoria era uma paixão naqueles dias. No nosso tempo, alegorização não é só uma paixão, como também uma fuga da verdade por muitos lideres de religiões e seitas.
Substituir Filosofia por Escrituras
A terceira maneira pela qual a apostasia veio, foi predita pelo apóstolo Paulo desta maneira: “Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo”. (Colossenses 2:8) A filosofia condenada nesta passagem não é a filosofia encontrada na Palavra sagrada, mas a filosofia que é “segundo a tradição dos homens”. Mesmo antes dos dias de Cristo, a própria existência da religião judaica ficou ameaçada pelos líderes intelectuais dos judeus que deixaram se levar pelas sutilezas e brilho da filosofia pagã. Esta filosofia pagã iludiu multidões que tinham por nome Cristão. Portanto, os maiores inimigos da Igreja Cristã verdadeira, tanto naquele tempo como hoje, não está no paganismo, mas no Cristianismo nominal (falso) que enche o mundo com suas crescentes heresias.  Sobre este Paulo já dizia: “Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te” (II Timóteo 3:5).  Este CRISTIANISMO DE APARÊNCIA através de seus mestres gnósticos começou a fazer cópias das Escrituras com mudanças desnorteadoras em versos e passagens dentro de cem anos após a morte de João (100 a.D.).  Veja o que diz um teólogo do primeiro século chamado Irineu que combateu fortemente estes mestres gnóstico: “Alem disso também Marcio e os seus seguidores se puseram a mutilar as Escrituras, não reconhecendo alguns livros de maneira alguma; e encurtando o Evangelho de Lucas, e as epístolas de Paulo, dizem que somente estes são autênticos, que eles mesmos encurtaram”. Quais foram os manuscritos de onde   nossas bíblias foram copiadas?
Basicamente, só existem duas correntes de Bíblias. A verdadeira e pura bíblia vinda desde os tempos dos apóstolos de Cristo e a falsa que foi modificada por homens usados pelo anjo caído Satanás.

 A primeira corrente era o Texto Recebido no hebraico e no Grego, que começou com as igrejas apostólicas, e reapareceu em intervalos através da Era Cristã entre crentes esclarecidos, foi protegido pela sabedoria e erudição da igreja pura nas suas diversas fases.

      Durante o primeiro século apos a ressurreição de Cristo, Deus inspirou homens a escrever Sua Palavra. O resultado foi um grupo de cartas e livros escritos no Grego Koine (chamados autógrafos originais). Estas cartas e livros foram copiados e recopiados através dos séculos e distribuídos pelo mundo. Essas cópias constituem os manuscritos do Novo Testamento. Mais de 5000 destes manuscritos sobreviveram até hoje. O grande número destes manuscritos gregos apóia o que se chama a tradução textual bizantina, bizantina porque procede do mundo todo que falava grego naquele tempo.
Textus Receptus (Ou Tradicional)
      Estes manuscritos bizantinos constituem o que se chama o Texto Tradicional do Novo Testamento. O melhor representante impresso deste tipo textual bizantino é o Textus Receptus (ou Texto Recebido).   O Textus Receptus foi compilado ou colecionado de um número de manuscritos bizantinos por numerosos editores desde o começo do ano 1500.
Texto Crítico
A segunda corrente é uma pequena de bem poucos manuscritos. Estes últimos manuscritos são representados pelos seguintes:
1. No Grego – O MS Vaticano, ou Códice B, na biblioteca de Roma ou Códice Aleph seu irmão.
2. No latim – A Vulgata ou Bíblia Latina de Jerônimo.
3. No Inglês – A Bíblia Jesuíta de 1582

HISTÓRICO – O último dos apóstolos a falecer foi João. Sua morte geralmente é datada cerca de 100 a.D. Nos seus dias finais, ele cooperou na coleção e formação daqueles escritos que chamamos de Novo Testamento. Enquanto João vivia, a heresia não poderia ganhar terreno. Mas ele mal havia falecido e os mestres perversos começaram a contaminar a Igreja Cristã. O fim do paganismo, como força controladora diante das verdades do Cristianismo, logo foi previsto por todos. Estes anos eram tempos em que os livros do Novo Testamento foram adulterados em abundância.  Eusébio é testemunha deste fato ele relata que os manuscritos adulterados eram tão abundantes que não havia esperança de encontrar concordância entre as cópias; e que aqueles que estavam adulterando as Escrituras. Afirmavam que realmente estavam corrigindo-as.
      A partir desta época quatro nomes podem ser apontados como os mentores intelectuais que usados por satanás contribuíram para espalhar essa semente do inferno; são eles: (1) Justino Marti, (2) Tatiano, (3) Clemente de Alexandria, e (4) Orígenes. Todos estes notáveis mestres heréticos, citavam seus manuscritos adulterados como se fosse a pura bíblia. 
Precisamos Usar Traduções   Dignas De Confiança
      Ao dizer dignas de confiança, queremos dizer, “Traduções da Bíblia em todas as línguas baseadas nas línguas originais de Bíblia, e do Velho Testamento usando o Texto Massoréticos, e do Novo Testamento usando o texto grego conhecido como Textus Receptus. Este texto é conhecido como Texto Tradicional, por ser o texto tradicionalmente aceito, e também conhecido como o texto Majoritário, por estar de acordo com mais de noventa e Oito por cento (98%) de todos os manuscritos que existem”.
O Texto Massorético já estava em uso comum mesmo no tempo de Jesus, e foi padronizado pelos massoretas (escribas judaicos). Agora, foi entre o quinto e sexto século que os Massoretas introduziram as vogais na língua. Na antiguidade, o texto hebraico foi cuidadosamente guardado pelas sagradas leis dos escribas, através do Talmude e houve regas acerca do tipo de peles que poderiam ser usadas, o tamanho das colunas, e somente tintas especiais poderiam ser usadas, e também os espaços entre letras e palavras foram especificadas. O escriba não poderia escrever nada de memória. As linhas, e até as letras, sempre foram contadas. Tudo isto, e muito mais, foram feitos para evitar quaisquer tipo de erro. Se um manuscrito apresentasse erros calígrafos, eles seriam obrigados a destruí-lo.
A descoberta dos rolos do Mar Morto só confirmam a existência e a confiabilidade do texto hebraico Massorético.
Desde o mistério de Cristo até mais ou menos o ano 100 d.C., os manuscritos originais do Novo Testamento foram escritos na língua grega. Chegando ao ano 400 d.C., O Novo Testamento foi compilado. Foi assim que no ano 160 d.C., que vinte livros do Novo Testamento já haviam sido aceitos entre os cristãos, e até o ano 400 d.C. os 27 livros que compõe o Novo Testamento já eram reconhecidos como canônicos.
O Espírito Santo guiou homens a escolheram somente livros genuínos e guiou-os também na seleção de manuscritos puros. Os livros e manuscritos falsos foram rejeitados.
Com o passar do tempo, e com o manuseio destes manuscritos originais, ou seja, o constante uso para leitura e para fazer cópias, fizeram com que estes manuscritos originais se perdessem. Com todo este uso foram perdidos também as primeiras gerações de cópias, mas, são copias destas que hoje podemos comparar e saber que possuímos cópias fiéis dos manuscritos originais.
Durante o período Bizantino nos anos 312-1453 d.C., o Tetus Receptus foi usado pela Igreja Grega. Por isso o texto é também conhecido como o Texto Bizantino. Podemos ver como o Espírito Santo guiou-os na preservação e no uso deste texto. Veio deste mesmo texto, a Peshita, a Ittlica. a Céltica, a Gaulesa, e a Bíblia Gótica. Na idade média as versões dos Waldenses, dos Altbigcnses e outras versões, foram suprimidas por Roma.
No ano 1516, Desidério Erasmo editou a primeira impressão do Novo Testamento Grego.  Esse texto estava de acordo com o Textus Receptus. No ano de 1522, Martinho Lutero completou a sua tradução do Novo Testamento em alemão. Quatro anos depois na Alemanha, o inglês William Tyndale, completou a sua tradução do Novo Testamento em inglês. Estes dois homens usaram o Textus  Receptus.
Dez anos mais tarde, William Tyndale foi morto, tomando-se um mártir sendo colocado numa estaca e queimado vivo. Tudo isto só porque ele havia imprimido a Bíblia na versão inglesa.
Em 1546, 1549, 1550, e 1551, o Novo Testamento grego de Robert Stephens foi publicado em Paris A edição de 1551 conhecida como a Editio Regia (Edição Real), seguiu o texto das edições de 1527 e 1535 de Erasmo.
Teodoro Beza publicou em Genebra, quatro edições do texto grego de Stephens com algumas pequenas mudanças e com uma tradução dele no latim nos anos 1565, 1582, 1588, e l598, Ele publicou várias outras edições, mas é particularmente a sua edição de 1598 e as duas últimas edições de Stephens, que foram usadas principalmente na Versão Autorizada de 1611, e para a versão João Ferreira de Almeida, de 1681.
Foi Boaventura e Abraão Elzevir, sócios de uma publicadora, que publicaram edições do texto grego em Leyden em 1624, 1633, e 1641 seguindo a edição de 1565 de Beza. No prefácio da edição de 1633 foi escrito Textun ergo habes, nunc ab omnibus receptum... foi assim que surgiu o nome Textus Receptus a esta forma de texto, É este texto que se tomou à base para a Versão Autorizada e também a tradução Statemvertaling de 1637 da Holanda, e todas as versões protestantes do período da Reforma no Século XVI.
As edições de Stephens, Beza e os dois Eizevir, estes todos apresentam substancialmente o mesmo texto, ou seja, o Textus Receptus.
Em 1611 a Versão Autorizada de Bíblia foi traduzida do Textus Receptus no Novo Testamento e do texto Massorético hebraico no Velho Testamento.
Em 1604 o Rei James I da Inglaterra autorizou um comitê de aproximadamente 50 sábios com ótimos conhecimentos nas duas línguas, a saber, o grego e o hebraico para preparar uma revisão das traduções no inglês mais antigo. Foi a beleza e a graça desta tradução que estabeleceram o King James Version ou Authorized Version como um dos maiores tesouros da língua inglesa.
Foi neste período que a Bíblia Genebra foi produzida, e também a Bíblia francesa por Olivetan. No ano de 1681, João Ferreira de Almeida completou sua tradução do Novo Testamento na língua portuguesa, também baseada no Textus Receptus. Em 1741 ele faleceu sem haver concluído a tradução do Velho Testamento. Contudo, esta tem sido a mais popular versão já traduzida na língua portuguesa. Muitas vezes esta tradução tem sido comparada com a Versão Autorizada em inglês. O     texto de João Ferreira de Almeida foi revisado e reimpresso em 1693 e em 1711.
Desde as mudanças ortográficas da língua portuguesa em 1946, saíram várias novas edições e por isto nós conhecemos as versões Cor rígida, Revista & Corrigida, Revista & Atua1izada e outros.
Recentemente estão saindo novas versões. Estas versões quando comparadas com as antigas edições (e até certas destas edições), notamos com surpresas que há muitas mudanças. Elas estão omitindo ou alterando radicalmente passagens das Escrituras. A razão básica de tais mudanças nas recentes edições da tradução de João Peneira de Almeida, e das traduções modernas, é que todos os textos gregos estão sendo usados. Quase todos (se não todos) os Seminários aqui no Brasil estão usando nas suas aulas da língua grega, o texto Nestlé-Aland, e mais recentemente o texto grego das Sociedades Bíblicas Unidas.  Nossos alunos estão lendo as suas Bíblias com a tradução de João Ferreira de Almeida baseado no Textus Receptus, mas nas suas aulas eles estão estudando a língua grega usando outro texto grego.
Torna-se necessário perguntar se a nova ou a velha tradução tem mais atestação nos manuscritos. Agora, com todas as modernas versões e com todas as diferenças entre elas, podemos nos tonar confusos.
Chegamos então à hora de perguntar: “O que está errado com o testo que está por baixo das versões modernas?” Para se ver isto, temos que estudar a cronologia destes outros textos. Foi assim, que enquanto os verdadeiros livros do Novo Testamento estavam sendo escritos, certos falsos profetas também estavam escrevendo evangelhos corruptos e outros livros. Paulo menciona isto em II Corlntios 2:17, “Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da Palavra de Deus...”.
Sob a direção do Espírito Santo, estes manuscritos falsos ou corrompidos foram rejeitados e não foram reconhecidos com o Textus Receptus.
Em 331 d.C., o Imperador Constantino ordenou que se escrevesse uma Bíblia “ecumênica”, e aquela mesma fosse aceita por todo tipo de cristãos sob sua jurisdição. Então um certo homem chamado Eusébio foi designado para dirigir essa obra. Um fato interessante é que Eusébio era seguidor de Orígenes, o qual rejeitava a deidade de Cristo. Ele alegava que Cristo era meramente um ser humano, e então criado. Os “Testemunhas de Jeová” hoje alegam a mesma heresia. Este erro chama-se: a heresia de Ariano.
Em 1481 um manuscrito foi descoberto na Biblioteca Vaticana. Tal manuscrito chama se: Vaticano ou Códice B, Trata-se de um manuscrito corrupto que repetidamente joga fora a Deidade de Cristo. Reflete então sobre o Arianismo de Orígenes em que alguns pensam que este pode ser um dos manuscritos que sobreviveram, e que fora feito por Eusébio designado pelo Imperador Constantino. Será que é só coincidência que sua data coincida com a data da “Bíblia Ecumênica” de Constantino. 
Em 1844 o manuscrito Sinaítico foi descoberto no Mosteiro de Santa Catarina no monte Sinai. Este texto tem por nome Códice Sinaítico, e também é conhecido pela primeira letra do alfabeto hebraico (Álef).
Este texto é conhecido como um manuscrito que concorda com o Vaticano. Este texto nega a Deidade de Cristo, e a sua natureza é Ariana. Alguns sugeriram que este texto está ligado a Bíblia que fora feito para o Imperador Constantino.
Em 1881 o texto grego “Wescott e Hort. foi introduzido. Este texto aparta-se do Textus Receptus para seguir os corruptos textos, Vaticano e Sinaítico. Tetus Receptus Foi só no ano seguinte que ele e Brooke Foss Wescott começaram então o plano de revisar o texto grego. Demorou 28 anos, mas seu texto saiu”.
Para conseguir este alvo, eles tinham que desacreditar o Textus Receptus. A maior parte das pessoas estudadas em todos os aspectos da cristandade, sabendo ou não, tem promovido o texto de Wescatt Hort desde então.
A Bíblia das “Testemunhas de Jeová” chamada a Tradução do Novo Mundo das Escrituras Satradar foi traduzida do texto de Wescott & Hort. Sua amizade com este texto grego não é surpreendente. Eles também rejeitam a Deidade de Cristo e ganham força por este texto corrupto. Nas páginas introdutórias diz: “Tradução da versão inglesa de 1961 mediante consulta constante do antigo texto hebraico, aramaico e grego”. Pela maior parte, se não por todas, as traduções modernas da Bíblia fazem a mesma coisa, pois seguem a trilha dos piores manuscritos existentes. O Textus Receptas é desprezado, e mesmo que não fosse desprezado, as escolas ainda assim, tem usado algum outro texto grego, e não o Testus Receptus.
Não é necessário falar sobre a Bíblia na Linguagem de Hoje “A Bíblia na Linguagem de Hoje: é Um livro Anticristão”.Basta observarmos nas Escrituras o versículo de I Pedro 2:2 na Bíblia Corrigida. Pois declara: “Desejai afetuosamente, como meninos novamente nascidos, o leite racional, não falsificado, para que por ele vades crescendo. O sentido desse versículo é bem claro. Aqueles que tem sido nascidos de novo (por ter recebido o Senhor Jesus) devem alimentar-se da Palavra de Deus para então desenvoIver-se na graça de Cristo e na vida cristã, Este crescimento não tem nada a ver com a salvação inicial. Em primeiro lugar vem à salvação, e em seguida, o crescimento espiritual do crente Note bem que a Bíblia na Linguagem de Hoje abre a porta para uma salvação gradual, ou seja, uma salvação através das obras”.Sejam como criancinhas recém-nascidas, desejando sempre o puro leito espiritual, para que, bebendo dele, cresçam e sejam salvos.”“.
Concluindo, gostaria de apresentar uma advertência: João Ferreira de Almeida usou o Textus Receptas para fazer sua tradução, mas pouco a pouco com as novas edições, este texto vem sendo corrompido pelas editoras brasileiras, onde eles estão atacando a Pessoa de Jesus Cristo por omitirem Os títulos referentes ao Senhor Jesus Cristo tais quais: “Cristo”, “Senhor”, e “Sangue” como mostrado na passagem de Colossenses 1:14. Certos versículos estão omitidos, e outros estãø colocados entre colchetes com uma explicação que gera dúvidas acerca de sua autenticação e autoridade.
Como isto está sendo feito? Eles têm tomado esta tradução baseada no Texuts Receptas, e estão usando estes e outros textos gregos como textos de maior autoridade e até dizem que usam textos “melhores” mais “antigos”.
Dou graça a Deus pela salvação que Ele me tem dado, e péla preservação providencial de Sua Palavra escrita onde confiadamente podemos fazer uso da mesma para nosso crescimento espiritual. Podemos agradecer a Deus por termos um texto completamente fiel que passa de geração em geração.

Nilton Fonseca Ferreira

domingo, 3 de janeiro de 2016

INTRODUÇÃO A NOVA ORDEM MUNDIAL

Quero começar este ano de 2016 convidando os meus queridos leitores a refletirem sobre a realidade que se aproxima deste planeta e que a Bíblia, a palavra do eterno vem nos advertindo. Todavia.  pelo jeito que as coisas estão, tenho a impressão que muitos  ainda não perceberam a gravidade dos fatos. Vivem com a "síndrome de avestruz". Enfiam suas cabeças no buraco de sua DESINFORMÇAO e pensa que está tudo bem.  A palavra de Deus nos adverte: E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem. Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca,E não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do homem.(Mt. 24:37-39)
Por outro lado existem aqueles que mesmo tendo conhecimento se calam. E ai me lembro do que Jesus disse sobre este silencio: " Se este povo se calar as pedras clamarão".  Li recentemente um livro que considero uma destas pedras que clamam.  Recomendo; e para incentivar mais, transcrevo na integra um pequeno trecho do mesmo.  E faço isto por uma simples razão. Não quero que meus leitores façam parte do que o autor do livro chama de "Geração 3 D".  Isto é: Desinformada, Distraída e Desmotivada.

A NOVA ORDEM MUNDIAL

                  Origens do plano - DESDE QUE O MUNDO É MUNDO EXISTEM pessoas querendo exercer o controle sobre os demais e usufruir o máximo poder possível. Com a chegada da modernidade estes planos tornaram-se mais factíveis e logo após a Revolução Francesa passaram a freqüentar as conversas de algumas famílias milionárias européias e posteriormente seduziram os novos ricaços da América. Este pensamento dinástico, que faz planos realizáveis somente após muitos anos de trabalho disciplinado, por parecer maluco aos olhos do povo comum, ajudou a encobrir os verdadeiros projetos de longo prazo, dedicados a estruturar o poder da família por séculos. O desenvolvimento do sistema financeiro internacional espalhou a influência destes banqueiros europeus e com a criação do FED(Federal Reserve), nos EUA, suas garras se espalharam por todo o mundo. Com o controle da emissão do dinheiro do mais rico país da História, moeda parâmetro de todo sistema, passaram a controlar todas as ondas de inflação e deflação do mercado internacional, definindo o valor de produtos, empresas e países. Derrubar ou elevar líderes do seu interesse, nas mais variadas posições do espectro político, passou a ser a regra, e não a exceção e com isso suplantaram a verdadeira democracia.
Planos anteriores
             SE OLHARMOS A HISTÓRIA COM ATENÇÃO, notaremos que o desejo de poder foi acalentado por inúmeros loucos e grupo de loucos. A diferença entre as tentativas frustradas da Antigüidade e Idade Média e as que ocorreram no mundo moderno, especialmente no século XX, reside na possibilidade de recursos tecnológicos que foram surgindo e também de novas ciências criadas exclusivamente para este fim, o que fez dos novos tiranos muito mais poderosos do que qualquer um dos seus correspondentes mais antigos.
A informática, a telefonia, as transmissões de rádio, os satélites e a comunicação de massa permitiram os recursos necessários para formalizar idéias de controle social impossíveis de serem aplicadas quando idealizadas por algumas mentes sombrias desde o século XIX. O conteúdo utilizado com estas técnicas, no entanto, deriva do surgimento das ciências de persuasão, condicionamento, manipulação e lavagem cerebral, que assim como estas tecnologias, são produtos da modernidade, embora nunca lembrados pelos moderninhos.

O ESTÁGIO ATUAL

                O SONHO ACALENTADO PELOS TOTALITÁRIOS se aproxima. Nunca antes o mundo esteve tão perto do totalitarismo global. Se não bastassem as leis proibitivas que estão cada dia mais homogêneas, os governos cada vez mais poderosos e o indivíduo sendo massacrado pelos interesses da “coletividade”, a própria mentalidade da população parece indicar que este rumo perverso deve continuar até que todas as condutas humanas sejam reguladas e controladas pelo Estado. A influência marxista nas universidades e na imprensa transformou o cidadão médio em um eterno dependente das benesses do Estado. Como resultado dessas décadas de revolução cultural politicamente correta, as personalidades tornaram-se mais indefesas e frágeis, e as garras do poder estatal transcenderam suas funções e hoje invadem sem cerimônia o território das decisões privadas, quase sempre sob a complacência da maioria da população e o aplauso dos “formadores de opinião”. A massificação do papel do paternalismo estatal imbecilizou de tal maneira a média da população, que diante de um problema antes de foro privado, qualquer proposta de solução que não envolva ao menos um agente estatal é vista com estranhamento.
             Em nome de um pretenso benefício futuro as pessoas estão cedendo seus direitos e alimentando o monstro da burocracia que fugiu do quintal do Estado e transita pelos terrenos privados, seja na economia, na cultura, nos assuntos familiares e religiosos. Estamos em um momento de transição. A nova civilização começa a mostrar suas estruturas, iniciadas há quase um século. As idéias que foram semeadas na cultura durante as três últimas gerações germinaram e estão enraizadas na mente das pessoas, formando uma espécie de “saber comum” que não tolera divergências mais profundas, e acredita pairar acima da liberdade individual, como um juiz de todo pensamento e de toda conduta humana.
         Algumas destas sementes estão com troncos firmes e servem de apoio e sustentação a muitas outras “trepadeiras”; outras já são árvores, se disfarçam na floresta e podem gerar suas próprias sementes. No estágio atual ainda é possível reverter esta ascensão do totalitarismo, desde que a população exija sua liberdade de volta e coloque os governos em seu devido lugar. Mas tendo em vista o grau de desinformação da maioria e a cumplicidade da academia e dos órgãos de imprensa, não parece sequer verossímil e muito menos provável qualquer mudança significativa de rota no curto prazo. Com este panorama é razoável supor que valores como individualidade, livre-arbítrio e privacidade estão condenados a desaparecer em breve, substituídos por promessas irrealizáveis de segurança, igualdade, justiça social e outras palavras de ordem adoradas pelos tiranos.

Extraído do livro: Introdução à Nova Ordem Mundial
de ALEXANDRE COSTA. Adquira este livro gratuitamente no
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segunda-feira, 9 de novembro de 2015

RECONSTRUINDO MUROS

            
 As palavras de Neemias, filho de Hacalias. E sucedeu no mês de Quislev, no ano vigésimo, estando eu em Susã, a fortaleza, Que veio Hanani, um de meus irmãos, ele e alguns de Judá; e perguntei-lhes pelos judeus que escaparam, e que restaram do cativeiro, e acerca de Jerusalém. E disseram-me: Os restantes, que ficaram do cativeiro, lá na província estão em grande miséria e desprezo; e o muro de Jerusalém fendido e as suas portas queimadas a fogo. 
                 E sucedeu que, ouvindo eu estas palavras, assentei-me e chorei, e lamentei por alguns dias; e estive jejuando e orando perante o Deus dos céus. E disse: Ah! Senhor Deus dos céus, Deus grande e terrível! Que guarda a aliança e a benignidade para com aqueles que o amam e guardam os seus mandamentos; Estejam, pois, atentos os teus ouvidos e os teus olhos abertos, para ouvires a oração do teu servo, que eu hoje faço perante ti, dia e noite, pelos filhos de Israel, teus servos; e faço confissão pelos pecados dos filhos de Israel, que temos cometido contra ti; também eu e a casa de meu pai temos pecado. De todo nos corrompemos contra ti, e não guardamos os mandamentos, nem os estatutos, nem os juízos, que ordenaste a Moisés, teu servo. Lembra-te, pois, da palavra que ordenaste a Moisés, teu servo, dizendo: Vós transgredireis, e eu vos espalharei entre os povos. E vós vos convertereis a mim, e guardareis os meus mandamentos, e os cumprireis; então, ainda que os vossos rejeitados estejam na extremidade do céu, de lá os ajuntarei e os trarei ao lugar que tenho escolhido para ali fazer habitar o meu nome. Eles são teus servos e o teu povo que resgataste com a tua grande força e com a tua forte mão. Ah! Senhor, estejam, pois, atentos os teus ouvidos à oração do teu servo, e à oração dos teus servos que desejam temer o teu nome; e faze prosperar hoje o teu servo, e dá-lhe graça perante este homem. Então era eu copeiro do rei.

(Nemias 1:1-11)


1.      INTRODUÇÃO – A vida de Neemias tem despertado grande admiração a todos os que a estudam. Possuído de ardente desejo de servir a Deus e a seu povo, PIEDOSO e DEDICADO à ORAÇÃO, dotado de grande energia e determinação, ele tornou-se valioso exemplo para todos os que desejam prestar relevantes serviços a Deus e precisam vencer obstáculos, oposições e antagonismos sem se distraírem, atemorizarem ou se desviarem de seus objetivos. Na historia de Neemias, encontraremos muita inspiração e muito encorajamento. (Neemias 4:1-6) (Nemias 6:1-3) (v.15)

2.      EPOCA DE NEEMIAS – Neemias Viveu no período chamado RESTAURAÇÃO . Cumpridos os 75 anos de cativeiro, conforme as profecias, o povo de Deus começou a regressar à sua terra. A restauração fez-se em três etapas: (1). EM 535, no tempo no tempo do rei Ciro, da Pérsia, sob comando de Zorobabel – sua missão era reconstruir o TEMPLO; (2) Em 458, no tempo do rei Artaxerxes, sob chefia de Esdras, com a missão de reorganizar o ensino da Lei;  (3) em 445, ainda no tempo do rei Artaxerxes, sob chefia de Neemias, com a finalidade de reconstruir os muros de Jerusalém.

3.      NEEMIAS ERA COPEIRO DO REI, quando alguns homens, entre eles um irmão de Neemias, vieram de Jerusalém e lhe relataram que o povo vivia em GRANDE MISÉRIA E DESPREZO , e falaram de como a cidade estava desprotegida e desonrada, com seus muros destruídos (Neemias 1:1-3)

4.      NEEMIAS PÔS-SE A JEJUAR E A ORAR durante vários dias, até que o rei percebeu seu abatimento e, uma vez sabedor da causa, deu-lhe licença para ir a Jerusalém reconstruir os muros. (Neemias 2:6,9)

5.      A OBRA QUE NEEMIAS REALIZOU – A reconstrução dos muros durou 52 dias. Foi uma obra realizada debaixo das maiores pressões e dificuldades. As tribos vizinhas, inimigas de Israel, principalmente horonitas, amonitas e árabes, lideradas respectivamente por SAMBALATE, TOBIAS e GESEM , tudo fizeram para impedir a conclusão dessa obra.

6.      PRIMEIRO  zombaram, mas Neemias orou e não lhes deu importância (Ne. 4:1-6) DEPOIS recorreram a violência, mas Neemias orou, e armou os operários, e pôs guardas que vigiavam constantemente (Ne. 4:15-23)

7.      RECORRERAM ENTÂO A BLANDICIA – Convidaram Neemias para uma conferencia, com o propósito de embosca-lo, mas Neemias mandou lhes dizer que não tinha tempo para gastar com eles (Nemias 6:1-4).

8.      APELARAM então para a intimidação com chantagem. Mandaram lhe dizer que sabiam que ele estava conspirando contra o rei, e lhe ofereceram oportunidade de dialogarem. Neemias simplesmente os chamou de mentiroso e não lhes deu atenção ( Neemias 6:5-9)

9.      FINALMENTE – jogaram pesado. Recorreram a tentativa de desmoralização. SUBORNARAM a Samaías, e este profetizou que iam matar a Neemias, e tentou leva-lo para o interior do templo, para esconder-se. – Não sendo ele sacerdote, estaria transgredindo e ficaria desmoralizado. Neemias percebeu do que se tratava, e respondeu: UM HOMEM COMO EU FUGIRIA? (Neemias 6:10-13)

10.   Pouco depois – dessa obra, Neemias reuniu o povo em Jerusalém e Esdras leu perante todos, a lei de Deus. Então decorridos doze anos, voltou a Babilônia e lá ficou algum tempo e novamente retornou a Jerusalém. Dessa vez, sua obra consistiu em corrigir os abusos introduzidos durante sua ausência, como o da violação do sábado e a tolerância de casamentos de israelitas com estrangeiros. (Neemias cap.13)

11.   ASPECTOS PESSOAIS DE NEEMIAS – Entre as virtudes pessoais de Neemias que fazem dele um grande exemplo, podemos mencionar algumas.  (1) ESPÍRITO DE SACRIFICIO  por temor a Deus e amor ao seu povo. Neemias deixou posição de grande prestigio, riqueza e conforto na Babilônia, para sofrer com seu povo; (2) PIEDADE , Neemias vivia na presença de Deus. Seu primeiro impulso cada vez que confrontava com uma dificuldade era orar. Orou antes de fazer ao rei o pedido de licença para ir a Jerusalém (2:4) orou cada vez que os inimigos tomaram iniciativa contraria a construção (4:4) (4:9) (6:9) (6:14) -  (3) ENERGIA – Neemias era homem dotado de grande capacidade de trabalho. Nada o desanimava e nenhuma dificuldade o fez sequer, atrasar a construção  (4) PRUDENCIA – Antes de viajar para Jerusalém  cercou-se de garantias: cartas do rei aos governadores das terra por onde haveria de passar, escolta armada e recursos materiais; asbia calar-se e não revelar seus desígnios enquanto não estivesse seguro do que faria (2:12-16) Não entrava em diálogo tolo com os inimigos  (5) VISÃO – Neemias soube compreender o valor da obra que estava realizando; (6) HUMILDADE Neemias atribuía tudo quanto fazia a mão de Deus sobre ele, e não aos seus próprios méritos (2:8) (2:12) (6:16) (7:5).

12.   APLICAÇÃO – Como Neemias, enfrentamos muitos obstáculos para realizarmos a obra de Deus. Zombam de nos, perseguem-nos, caluniam-nos, tentam nos intimidar e desmoralizar. Sigamos o exemplo de Neemias: ORAÇÃO, PRUDENCIA, CORAGEM e DETERMINAÇÃO.

13.    O que animava Neemias, entre outra coisas, era a consciência de estar realizando uma grande obra, e a consciência de que fazia a vontade de Deus. Se não valorizarmos o serviço que prestamos a Deus, como poderemos ser firmes em sua realização?

14.   E finalmente, Neemias não era mestre, como Esdras. Por isso reuniu o povo em Jerusalém e deixou que Esdras os instruíssem na Lei.  Precisamos reconhecer nossas limitações e buscar a cooperação de outros, em suas especialidades para o trabalho do Senhor. Encerro este artigo querido leitor com estas palavras do livro de Cronicas:


         "Esforçai-vos e não desfaleçam as vossas mãos, porque a vossa obra tem uma recompensa (II CRÔNICAS 15:7)".


Autor: Nilton Fonseca Ferreira
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terça-feira, 7 de julho de 2015

SOCIEDADE SEM PECADO


          O Pr. John Mac Arthur no prefacio de seu livro SOCIEDADE SEM PECADO, publicado aqui no Brasil pela editora Cultura Cristã, escreve o que se segue, que desejo compartilhar com os leitores deste meu Blog.
Vivemos numa cultura que elevou o orgulho ao status de uma virtude. A sociedade atual nos incentiva a buscar auto-estima, sentimentos positivos e dignidade pessoal. 
Ao mesmo tempo, a responsabilidade moral esta sendo substituída pelo vitimismo, que ensina as pessoas  a culparem outro pelos seus fracassos e iniquidades pessoais. Na verdade, os ensinos bíblicos sobre a corrupção humana, o pecado, a culpa, o arrependimento e a humildade não são compatíveis com quaisquer dessas ideias.

 A igreja tem sido por demais propensa a aceitar os modismos da opinião secular especificamente no que se refere a psicologia e a auto-estima. Os cristãos meramente repercutem o pensamento do mundo quanto a psicologia da culpa e a importância de sentir-se bem a respeito de si mesmo. O efeito prejudicial disso na vida da igreja dificilmente pode ser subestimado.  Em nenhuma outra área houve mais prejuízos do que no modo com que os cristãos professos lidam com o próprio pecado. Há duas décadas, no mínimo, pregando aos cristão pelos pais, observei o desenvolvimento dessa tendência desanimadora. A igreja como um todo está se tornando cada vez menos preocupada com o pecado, e mais obsecada com a auto-insenção e a auto-estima.  Rapidamente os cristãos estão perdendo a visão do pecado como a raiz de todos os males. Explicitamente, muitos cristãos estão negando que seu próprio pecado seja a causa de suas angustias. Cada vez mais estão tentando explicar o dilema humano em termos totalmente não-bíblicos; temperamento, vícios, famílias desestruturadas, a criança interior, co-dependência e uma grande quantidade de outros mecanismos irresponsáveis de fuga promovidos pela psicologia secular. O impacto potencial de tal tendência é estarrecedor.  Afaste a realidade do pecado e você eliminará a possibilidade de arrependimento. Anule a doutrina da corrupção humana e você invalidará o plano de salvação. Apague a noção da culpa pessoal e você eliminará a necessidade de um Salvador. Destrua a consciência humana e você levantará um geração imoral e irredimível. A igreja não pode se juntar ao mundo nesse empreendimento completamente satânico. Agir assim é destruir o verdadeiro evangelho que fomos chamados a proclamar.  

terça-feira, 19 de maio de 2015

EXODO DEUSES E REIS

Êxodo, de Ridley Scott
ESCRITO POR NIVALDO CORDEIRO | 12 MAIO 2015
ARTIGOS - CULTURA




Estas maravilhas relatadas no livro aconteceram e foram para mostrar que, quem conhece Javé, não pode compactuar e nem se submeter ao Estado idólatra.
  
Seu eu não fosse leitor assíduo da Bíblia e desconhecesse o livro do Êxodo, até teria gostado da leitura feita por Ridley Scott no seu recente filme Êxodo – Deuses e Reis. Bela fotografia, Christian Bale está soberbo no papel de Moisés, a cenografia recria ricamente as cidades egípcias, sua periferia escravizada composta por israelitas; a recriação do processo produtivo das construções de monumentos é bastante convincente.

Christian Bale conseguiu fazer um Moisés viril, destemido, nobre. Sua função de líder enviado por Deus o tornou uma figura símbolo fortíssima e Bale soube dar dignidade ao personagem. Um sacerdote e um guerreiro, um profeta, assim fez Bale retratar esse personagem, muito rente ao texto. Gostei de como foi apresentado o seu encontro com a família de sua esposa, mostrando como se vivia e se viajava e se dava abrigo a estrangeiros naqueles tempos. Moisés foi também um peregrino vindo dos desertos.

[Não pude deixar de ter uma inveja profunda dos povos que viveram naqueles duros, mas nos quais se podia ser integral. A vida do pastoreio, o céu estrelado, a poesia e o espanto que se retirava da paisagem eram uma realidade imediata.  A técnica moderna nos libertou de muitos sofrimentos e provações de trabalho, mas nos retirou algo inestimável.]

Mas acontece que eu leio a Bíblia e não posso deixar de dizer que o filme é um disparate, partindo de um roteiro que modifica o texto da Bíblia e o faz de uma maneira perversa. O livro do Êxodo é central na história da Salvação, sendo caríssimo a judeus e cristãos. O filme é um insulto porque se percebe a má fé de um diretor que não tem fé, que quis adaptar as maravilhas relatadas no texto a um viés materialista, como se o texto fosse mentiroso ou falso. Moisés existiu, ele deu eixo para o judaísmo e trouxe uma novidade histórica: o confronto entre Deus e o Estado, senhor desse mundo. Deus é a única força capaz de confrontar o poder dos faraós de todos os tempos.

As maravilhas relatadas no livro aconteceram e foram para mostrar que, quem conhece Javé, não pode compactuar e nem se submeter ao Estado idólatra. Libertar o povo oprimido do Egito é um símbolo poderoso, pois é a própria libertação do homem da submissão a Baal. Relata o enfrentamento do bem contra o mal. Esse símbolo poderoso não fala apenas dos tempos épicos dos judeus no Egito, fala de nós mesmos e de cada geração que viveu desde então. É preciso sempre e sempre libertar o povo do Egito, que é apenas uma metáfora para falar do Estado. É preciso sempre e sempre recuperar, a cada período, a tábua da Lei eterna.

No século XX vimos as consequências do que significa o crescimento de Baal, o ídolo estatal. Tanto o nazismo como o comunismo são modernas formas de se recriar a tirania do Faraó. É um padrão histórico. Vimos que o custo para se libertar desse ídolo é imenso, quando contadas as vítimas e a destruição que ficou pelo caminho.

O filme mente de muitas formas, a começar por eliminar da história o cajado do pastor que foi Moisés, instrumento de Deus para mostrar seu poder, transformado na espada, instrumento recebido do próprio Baal. Um diretor de cinema que renega o próprio texto que dá base ao roteiro perde o respeito instantaneamente do público qualificado. O cinema não pode se transformar em narrativas fantasiosas que modificam o texto, sobretudo quando se trata de matéria religiosa. Na Bíblia, temos narrativas que são a expressão da verdade histórica e sobre as quais não cabe qualquer tipo de interpretação que as modifique e apequene. Ridley Scott já fez isso no seu malfadado Cruzada, que tanto detestei.

O filme mente ao narrar a maravilha do mar se abrir para a passagem do povo hebreu. Não consigo deixar de comparar com o que fez Cecil B. DeMille no maravilhoso filme de 1956, Os Dez Mandamentos. Lá vimos a recriação cinematográfica fiel ao que está na Bíblia. Não foi um simples e lógico abaixamento da maré que permitiu a fuga, a passagem, mas o imenso poder de Deus, que tudo pode.

Outra falsificação grosseira foi mostrar Moisés esculpindo as pedras da Lei, quando o texto bíblico é explícito em dizer que Deus ele mesmo é que o fez. Na Bíblia, Moisés escreve as leis somente depois que as pedras grafadas por Deus foram quebradas.

Mas a maior das falsificações está na introdução do personagem infantil que fala pela boca de Deus. Não tem cabimento, porque na Bíblia não há intermediários entre Deus e Moisés. Esse absurdo torna o filme uma blasfêmia, uma difamação do nome de Deus. Torna o filme um lixo a ser evitado. Faz da história uma narrativa tão falsa como se o diretor fosse o próprio satanás encarnado, contando suas mentiras. O filme desinforma os espectadores menos letrados nas coisas bíblicas e pegos desprevenidos. É lixo.

A ideia de usar a imagem de uma criança para retratar Deus nasceu certamente da leitura da obra de Jung, o psicólogo. Ele escreveu em muitos lugares, mas sobretudo no famoso Resposta a Jó, que a psicologia de Javé era a de um menino mimado. Obviamente Jung estava errado, pois não viu que a narrativa tinha que ser compatível com o que aconteceu e o que aconteceu precisava acontecer e Deus precisava fazer o que fez para libertar o seu povo do Faraó-Estado.
            Esse filmeco não passa de uma sonora blasfêmia. Como o Cruzada, do mesmo diretor.

FONTE: MÍDIA SEM MASCARA

http://nivaldocordeiro.net/

quinta-feira, 10 de abril de 2014

"Noé" - a Bíblia encontra o ambientalista

Esse é o jeito que Hollywood vê cristãos e judeus dedicados — como pessoas cheias de um fanatismo que beira a psicose e leva ao ódio e homicídio.
Em sua segunda semana, as receitas do filme “Noé” afundaram em 60%.

Comentário de Julio Severo: O artigo a seguir, do meu amigo Don Feder, traz a perspectiva dele, como um escritor judeu conservador, sobre o filme que aparenta tratar de Noé, um dos homens mais importante da Torá. Li vários artigos americanos sobre esse filme, e de longe o texto de Don é o melhor e merece ser divulgado aos quatro cantos do Brasil.

No filme “Noé,” a fábula ambientalista, aprendemos que pessoas más (descendentes de Caim) constroem cidades, comem carne e fazem armas. (Eles provavelmente pertenciam, na época antes do dilúvio, aos grupos contrários ao desarmamento da população.) Eles também fazem mineração a céu aberto, no processo transformando a terra numa desolação árida que parece o Afeganistão sem os conforto modernos.
As pessoas boas são vegetarianos que vivem em tendas, não fazem quase nada e têm uma população pequena, provavelmente porque praticam o planejamento familiar. Uma das muitas perguntas sem resposta do filme “Noé”: Se as pessoas boas (descendentes de Set) não comem carne, onde é que elas conseguem os couros de animais que usam? Presumivelmente, os couros são das criaturas que cometem suicídio depois de verem o “preconceito” das pessoas que acham que os seres humanos são mais importantes do que os animais.
O épico filme anti-bíblico de 130 milhões de dólares de Darren Aronofsky não tem quase nada do que a Bíblia relata acerca do dilúvio. Há uma arca, animais marchando de dois em dois, um dilúvio de proporções bíblicas e um homem chamado Noé. A semelhança termina aí.
O filme “Noé” é anticristão e antijudaico, promove o controle populacional e é um aviso alegórico acerca da calamidade futura que será causada, de acordo com o filme, pelo aquecimento global. No filme, Deus é sempre mencionado como “o Criador.” Hollywood tem dificuldade de mencionar a palavra Deus.
A Bíblia descreve Noé como “um homem justo” que era “perfeito em suas gerações” e “andou com Deus.”
O Noé de Aronofsky é o que os secularistas chamariam de fanático religioso. Cheio de autodepreciação e propenso a ataques violentos, ele se torna convencido de que Deus quer destruir a humanidade completamente. Portanto, o único propósito de Noé e sua família é construir a arca e salvar animais. Ao completar essa tarefa, as últimas pessoas da terra serão extintas. Quem aplaudiu muito esse filme na estreia, nas cadeiras da frente, foi o Movimento em Prol da Extinção Voluntária dos Seres Humanos e a entidade Pessoas em Prol do Tratamento Ético dos Animais.
Na representação de Russell Crowe, Noé é tão obcecado que ele planeja matar seus netos recém-nascidos para impedir o repovoamento do planeta.
Esse é o jeito que Hollywood vê cristãos e judeus dedicados — como pessoas cheias de um fanatismo que beira a psicose e leva ao ódio e homicídio. A velha rotina de Bill Cosby (“Certo, qual é o cúbito?”) era mais próxima do Gênesis — e entretinha muito mais.
A Bíblia é um pouco vaga sobre as razões do dilúvio. A Bíblia explica: “A terra se perverteu diante de Deus e encheu-se de violência. Deus observou a terra e viu a que ponto de perversão havia chegado toda a humanidade, com suas práticas malignas” (Gênesis 6:11-12 KJA).
Pervertida de que jeito? Deus queria destruir o mundo por causa de roubos? Mais tarde em Gênesis, as cidades cananeias de Sodoma e Gomorra são destruídas, desta vez por fogo, por causa da perversão sexual. O termo “sodomita” não se refere a alguém que rouba mercadinhos.
Tente imaginar Hollywood fazendo um filme que ataca sem misericórdia a imoralidade sexual, quando a indústria do entretenimento imita Lady Gaga na questão gay e apresenta a coabitação, o adultério e o aborto como escolhas de estilo de vida.
O filme “Noé” não é sobre pecado no sentido tradicional, mas “pecado ambiental” — conforme recontado no Evangelho de Santo Al Gore. “E Deus olhou os gases de efeito estufa e eis que não estavam bons. E Ele disse: Que as calotas glaciais se derretam e os níveis dos mares se levantem até que tudo o que reste seja Kevin Costner em seu barco à vela buscando terra seca.”
Numa entrevista à revista New Yorker, Aronofsky admitiu: “Há uma instrução enorme no filme, uma mensagem forte acerca do dilúvio que está vindo por causa do aquecimento global.” Em outra parte, ele descreve Noé como “o primeiro ambientalista.” A revista Hollywood Reporter faz referências às “mensagens duras de Dia do Juízo Final Ecológico.”
O culto do aquecimento global tem todas as características de uma religião — profetas (Al Gore, sábios de Hollywood e cientistas numa ganância louca atrás de verbas governamentais de pesquisa), o mal (o motor de combustão interna, fábricas que usam carvão, crescimento populacional), o bem (medidas criadas para reduzir as emissões de CO2) e salvação e redenção (multas draconianas para os poluidores de carbono, rígidos limites na reprodução humana — para apagar as pegadas de carbono — e eventual revogação da revolução industrial). Os dissidentes não são meramente errados, eles são heréticos rotulados de “negadores” da mudança climática. No que depender dos ambientalistas, eles aplicarão a Inquisição na frente do prédio da ONU pela única preocupação dos poluentes liberados pela carne em chamas de suas vítimas.
Mas o culto do aquecimento global diverge da religião tradicional em dois aspectos significativos. O Judaísmo e o Cristianismo colocam o homem no centro, enquanto a religião do aquecimento global coloca o planeta no centro de tudo. No filme “Noé,” as palavras do primeiro capítulo de Gênesis são colocadas na boca do vilão Tubal-Caim, que diz a Noé que os animais foram criados para uso do homem (que devemos dominar sobre o mundo natural) para provar que essa ideia é muito má.
Há outra diferença. Geralmente, a religião judaica e cristã não pode ser provada ou refutada, pelo fato de que é baseada em algo fora da razão chamado fé.
Embora seus adeptos não admitam, a religião do aquecimento global tem também como base a fé — crer na depravação da sociedade industrial e no mal do progresso. Infelizmente para os que a promovem, a religião do aquecimento global é comprovadamente falsa e cada vez mais refutada pela realidade. A terra não está ficando mais quente. As calotas polares não estão se encolhendo. O aumento dos níveis dos mares é insignificante e não existe nenhum Dia do Juízo Final Ecológico no horizonte.
O planeta Terra tem frequentemente passado por ciclos de aquecimento e resfriamento. Muitos fatores podem afetar o clima, inclusive manchas solares.
A estação de furacões do ano passado no meio-oeste dos EUA foi a mais branda desde o início da década de 1960. Até mesmo o Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (a Santa Inquisição dos alarmistas do aquecimento global) confessa que o aumento médio da temperaturas de superfície parou 15 anos atrás. Eles tentam evitar passar vergonha chamando isso de “pausa” — uma pausa bem longa, pelo visto.
Em dezembro passado, os cientistas da mudança climática foram à Antártica em busca de evidência para apoiar sua opinião “incontestável” e ficaram presos em mares de gelo que, de acordo com a teoria deles, não deveriam estar ali. O navio deles ficou totalmente preso no gelo. Vários navios quebra-gelo não conseguiram chegar até eles. (O gelo marítimo no Hemisfério Sul atingiu níveis recordes em setembro de 2013 — pelo segundo ano seguido.) Finalmente, eles foram resgatados de helicóptero do navio — salvos pela desgraçada tecnologia. Só faltou efeito especial.
Em sua segunda semana, as receitas do filme “Noé” afundaram em 60%. Apesar disso, muitas pessoas que assistirem ao filme acreditarão que tem alguma relação com a Bíblia — com extrema liberdade artística, naturalmente.
O analfabetismo bíblico é epidêmico nos Estados Unidos. Uma pesquisa realizada pela entidade de pesquisa Barna revela que 60% dos americanos adultos não conseguem citar cinco dos Dez Mandamentos. O teólogo batista Albert Mohler escreve que a pesquisa de opinião pública do Barna 

“indicou que pelo menos 12% dos adultos creem que Joana d’Arc é a esposa de Noé. Outra pesquisa de jovens que se formaram da escola secundária revelou que mais de 50% achavam que Sodoma e Gomorra eram marido e esposa. Um número considerável de entrevistados de uma pesquisa de opinião pública indicou que o Sermão da Montanha foi pregado por Billy Graham. Estamos muito encrencados.”
Tirando proveito dessa ignorância, o filme tem anjos caídos, chamados de Sentinelas, cobertos de pedra como castigo por ajudarem o homem caído dando-lhe tecnologia formada da terra. Parecendo Ents calcificados do “Senhor dos Anéis,” e discernindo a bondade interior de Noé (antes dele ficar maluco), as rochas eternas o ajudam a construir a Arca e o protegem dos filhos de Caim.
Como Matusalém, Anthony Hopkins fornece mudança divertida e mais revisionismo. O hippie mais velho do mundo vive numa caverna, serve chá alucinógeno e prática bruxaria com uma semente mágica.
Escrevendo no site Aish.com, o rabino Benjamin Blech dá o alerta: “Saber que milhões de espectadores, depois de verem o filme, internalizarão o Noé de Russell Crowe, assim como muitas outras partes do enredo do filme que não têm nenhuma base na Bíblia ou qualquer outra fonte respeitável, todos os que respeitam a Torá e a guarda de suas verdades deveriam ficar muito preocupados.”
Depois de passar décadas (séculos se você quiser voltar à Revolução Francesa) tentando destruir o Judaísmo e o Cristianismo, a esquerda está agora os usando para avançar suas causas favoritas. Logo nos cinemas “Sodoma e Gomorra: A Estória Verdadeira” — em que as metrópoles da Mesopotâmia são destruídas por sua “homofobia,” sexismo e desigualdade de renda.


Do GrassTopUSA: “Noah” – The Bible Meets The Lorax
ESCRITO POR DON FEDER  08 ABRIL 2014
Tradução: www.juliosevero.com
Fonte: www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/15106-2014-04-08