domingo, 3 de janeiro de 2016

INTRODUÇÃO A NOVA ORDEM MUNDIAL

Quero começar este ano de 2016 convidando os meus queridos leitores a refletir sobre a realidade que se aproxima deste planeta e que a Bíblia, a palavra do eterno vem nos advertindo. Todavia.  pelo jeito que as coisas estão, tenho a impressão que muitos  ainda não perceberam a gravidade dos fatos. Vivem com a "síndrome de avestruz". Enfiam suas cabeças no buraco de sua DESINFORMÇAO e pensa que está tudo bem.  A palavra de Deus nos adverte: E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem. Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca,E não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do homem.(Mt. 24:37-39)
Por outro lado existem aqueles que mesmo tendo conhecimento se calam. E ai me lembro do que Jesus disse sobre este silencio: " Se este povo se calar as pedras clamarão".  Li recentemente um livro que considero uma destas pedras que clamam.  Recomendo; e para incentivar mais, transcrevo na integra um pequeno trecho do mesmo.  E faço isto por uma simples razão. Não quero que meus leitores façam parte do que o autor do livro chama de "Geração 3 D".  Isto é: Desinformada, Distraída e Desmotivada.  
A NOVA ORDEM MUNDIAL

                  Origens do plano - DESDE QUE O MUNDO É MUNDO EXISTEM pessoas querendo exercer o controle sobre os demais e usufruir o máximo poder possível. Com a chegada da modernidade estes planos tornaram-se mais factíveis e logo após a Revolução Francesa passaram a freqüentar as conversas de algumas famílias milionárias européias e posteriormente seduziram os novos ricaços da América. Este pensamento dinástico, que faz planos realizáveis somente após muitos anos de trabalho disciplinado, por parecer maluco aos olhos do povo comum, ajudou a encobrir os verdadeiros projetos de longo prazo, dedicados a estruturar o poder da família por séculos. O desenvolvimento do sistema financeiro internacional espalhou a influência destes banqueiros europeus e com a criação do FED(Federal Reserve), nos EUA, suas garras se espalharam por todo o mundo. Com o controle da emissão do dinheiro do mais rico país da História, moeda parâmetro de todo sistema, passaram a controlar todas as ondas de inflação e deflação do mercado internacional, definindo o valor de produtos, empresas e países. Derrubar ou elevar líderes do seu interesse, nas mais variadas posições do espectro político, passou a ser a regra, e não a exceção e com isso suplantaram a verdadeira democracia.
Planos anteriores
             SE OLHARMOS A HISTÓRIA COM ATENÇÃO, notaremos que o desejo de poder foi acalentado por inúmeros loucos e grupo de loucos. A diferença entre as tentativas frustradas da Antigüidade e Idade Média e as que ocorreram no mundo moderno, especialmente no século XX, reside na possibilidade de recursos tecnológicos que foram surgindo e também de novas ciências criadas exclusivamente para este fim, o que fez dos novos tiranos muito mais poderosos do que qualquer um dos seus correspondentes mais antigos.
A informática, a telefonia, as transmissões de rádio, os satélites e a comunicação de massa permitiram os recursos necessários para formalizar idéias de controle social impossíveis de serem aplicadas quando idealizadas por algumas mentes sombrias desde o século XIX. O conteúdo utilizado com estas técnicas, no entanto, deriva do surgimento das ciências de persuasão, condicionamento, manipulação e lavagem cerebral, que assim como estas tecnologias, são produtos da modernidade, embora nunca lembrados pelos moderninhos.

O ESTÁGIO ATUAL

                O SONHO ACALENTADO PELOS TOTALITÁRIOS se aproxima. Nunca antes o mundo esteve tão perto do totalitarismo global. Se não bastassem as leis proibitivas que estão cada dia mais homogêneas, os governos cada vez mais poderosos e o indivíduo sendo massacrado pelos interesses da “coletividade”, a própria mentalidade da população parece indicar que este rumo perverso deve continuar até que todas as condutas humanas sejam reguladas e controladas pelo Estado. A influência marxista nas universidades e na imprensa transformou o cidadão médio em um eterno dependente das benesses do Estado. Como resultado dessas décadas de revolução cultural politicamente correta, as personalidades tornaram-se mais indefesas e frágeis, e as garras do poder estatal transcenderam suas funções e hoje invadem sem cerimônia o território das decisões privadas, quase sempre sob a complacência da maioria da população e o aplauso dos “formadores de opinião”. A massificação do papel do paternalismo estatal imbecilizou de tal maneira a média da população, que diante de um problema antes de foro privado, qualquer proposta de solução que não envolva ao menos um agente estatal é vista com estranhamento.
             Em nome de um pretenso benefício futuro as pessoas estão cedendo seus direitos e alimentando o monstro da burocracia que fugiu do quintal do Estado e transita pelos terrenos privados, seja na economia, na cultura, nos assuntos familiares e religiosos. Estamos em um momento de transição. A nova civilização começa a mostrar suas estruturas, iniciadas há quase um século. As idéias que foram semeadas na cultura durante as três últimas gerações germinaram e estão enraizadas na mente das pessoas, formando uma espécie de “saber comum” que não tolera divergências mais profundas, e acredita pairar acima da liberdade individual, como um juiz de todo pensamento e de toda conduta humana.
         Algumas destas sementes estão com troncos firmes e servem de apoio e sustentação a muitas outras “trepadeiras”; outras já são árvores, se disfarçam na floresta e podem gerar suas próprias sementes. No estágio atual ainda é possível reverter esta ascensão do totalitarismo, desde que a população exija sua liberdade de volta e coloque os governos em seu devido lugar. Mas tendo em vista o grau de desinformação da maioria e a cumplicidade da academia e dos órgãos de imprensa, não parece sequer verossímil e muito menos provável qualquer mudança significativa de rota no curto prazo. Com este panorama é razoável supor que valores como individualidade, livre-arbítrio e privacidade estão condenados a desaparecer em breve, substituídos por promessas irrealizáveis de segurança, igualdade, justiça social e outras palavras de ordem adoradas pelos tiranos.

Extraído do livro: Introdução à Nova Ordem Mundial
de ALEXANDRE COSTA. Adquira este livro gratuitamente no
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